“Falava ele ainda, quando se apresentou um chefe da sinagoga. Prostrou-se diante dele e lhe disse: Senhor, minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe-lhe as mãos e ela viverá”. (Mt 9,18)

Chefe é o dirigente, um comandante. Sua função é liderar, decidir. É um conhecedor e zelador da Lei. É pessoa convicta de seus objetivos e sabe o que quer e como realizar seus projetos. No entanto, suas ações se resumem em coisas práticas, que podem ser mudadas e arbitradas pela vontade de homens.

No evangelho de hoje o chefe da sinagoga se aproxima de Jesus Cristo, reconhecendo seus limites diante dos fatos sobre os quais não detem poder. Reconhendo a autoridade e divindade de Jesus Cristo, decide destemidamente buscar auxílio.

Conosco, muitas vezes, acontece o contrário. Ficamos cegos diante de nossos “poderes” que não admitimos a ajuda de ninguém. Ficamos tão impressionados com nossa razão que tudo que foge de nosso domínio, de nosso controle não merece nossa atenção. Aí, facilmente, nos retraímos e negamos a nossa fé, negamos o auxílio de Jesus Cristo. Que não invade nossa liberdade, e assim não pode nos conceder a cura.

O que podemos aprender com o chefe hoje?

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